Há tempos não escrevo, não me inspiro a escrever...
Talvez porque tenha me queixado e avaliado sobre o verdadeiro sentido do escrever.
Eu realmente gostaria de escrever, sair riscando as linhas retas e bagunçado tudo em forma de palavras, notas, tortas ou não.
Eu não mais escrevo, porque escrever se tornou algo mais crítico, nítido, não devanear ficou fútil, inútil.
Eu quero escrever sobre a realidade dos irreais, dos mortais, dos malucos ou normais.
Sobre a brisa, o mar, o vento ou sobre o tempo, não sobre lamento, pois, lamentar ficou chato,
eu não escrevo mais com antes e isso é absolutamente normal, pois, escrever talvez não tenha sido algo que eu gostasse ou amasse, mas uma necessidade de libertar a disritmia do meu ser.
E isso também pode ser genial, ter como amigos leais, um lapis e papel, como uma tela e um pincel.
Eu escrevi o que senti, o que não senti, o que vivi e o que não vivi, eu simplismente saía escrevendo por aí, tudo que me vinha a cabeça.
Eu escrevi até sobre você. Calma, é que minhas histórias são sobre ser mulher, sobre sofrer e desiludir, sobre chorar e sorrir, nos histórias se conectam, se completam.